Bem, já estava demorando para falar sobre o esporte bretão nesse blog. E como o ano começou agitado, não? Mega contratações no Palmeiras, Adriano no São Paulo, o Cornthians com um time meia boca mas com um futebol bem honesto, e o Santos devastado após o furacão Luxemburgo. Mas o que mais me está me chamando atenção não é diretamente o jogo em si, os resultados; mas a senhora zoeira que as torcidas estão fazendo, e assim incentivando inclusive os jogadores. Quer melhor exemplo disso do que a onda seguida de “créus” no Maracanã? Tá certo, ganhar de Cardoso Moreira, Resende e Friburguense não motivo para maiores comemorações (queria ver se eles tivessem que encarar os Guarás e Noroestes da vida), mas o que as torcidas vem fazendo no rio é excepcional! Ou vocês acham que não foi genial a paródia do grito “E ninguém cala…”, do Botafgo, que segundo a maior torcida do Brasil ficou assim:
“E ninguém cala, esse chororó, chora o presidente, chora o time todo, chora o torcedor!”
Pena que a cultura de ir aos estádios aqui em São Paulo seja tão diferente, e que as torcidas pensem tanto em brigas, ao ponto de qualquer instrumento musical, bandeira ou sinalizador, que dão um outro tom à festa das arquibancadas, se transformar em arma e ser proibido. Embora eu tenha que concordar que muitos desses apetrechos são usados de má fé por bandidos infiltrados nas torcidas.
E quanto ao meu São Paulo, só me pronuncio após a primeira fase da Libertadores. É o prazo máximo que dei para ter qualquer opinião sobre o time. Para o bem e para o mal.
Abraço!
